ah…eu quero começar pequeno…falar assim como eu bem quiser..
E falando do que gosto, que tal a folha do fumo?
hummm…é o mínimo que posso fazer pelo meu cérebro para que ele fique feliz.
Eu não sei como funciona, mas acho que ele libera minha endorfina quando lhe proporciono tal prazer.
Estranho não? Viu só? Fazer o bem, receber o bem.
Ah sim, eu queria dizer que não sou fumante, nem das folhas de fumo, nem das mais interessantes. Mas conheço o que é bom e das duas prefiro a primeira.
Certamente sei de coisas mais saudáveis e há pouco tempo tive um prazer maior, e não foi um orgasmo.
Trabalhei o dia inteiro, meu trabalho é de certa forma braçal (fotografia). E as altas da madrugada, a cliente num intuito, iluminada, abriu um vinho.
O trabalho já havia terminado. Sei bem que o vinho era dos bons, mas mesmo se não fosse; nunca havia saciado tal sede estranha que meu corpo pedira.
Algumas poucas boas, muito boas e pequenas lembranças de intenso prazer e felicidade.
Ela não está tão longe.
A cor de meus olhos.
Não me refiro ao seu esverdeado natural. Mas um dia, cheguei em Saquarema (RJ), as 5:30h mais ou menos, ou sei lá, quando o dia estava amanhecendo. E como na casa onde ia visitar ninguém havia acordado, fiquei na praia esperando o sol raiar.
A areia grossa, granulada, refletia o nascer do sol, dourando por completo toda a praia enfim. Um prazer intocável. O sensorial indireto, o qual me fez sentir muito feliz e deslumbrada. Querendo fazer parte daquele todo. Como explicar uma imagem me fazer sentir tão bem? ah…endorfina..existe em comprimidos?
Se meu fim for um dia encomendado, quero dar a ele o melhor. O que pra mim seria um grande hamburguer, com milk shake de chocolate e batatas fritas com molho barbecue.
E eu não sou influenciável, mas quero fazer igual nos filmes, e também logo após a comilança, encher meu pulmão de alegria!
O divino habita no prazer e na dor…